sábado, 11 de março de 2017

13 animais arquitetos e as Belas casas que eles constroem

A maioria dos animais se contenta em encontrar um abrigo qualquer para se proteger do clima ou para dormir durante a noite. No entanto, existem animais selvagens que querem muito mais; eles querem as melhores acomodações permanentes possíveis, como os 13 animais da lista abaixo.
Eles são alguns dos exemplos de melhores arquitetos do reino animal. Ao invés de se esconder embaixo de qualquer árvore ou coisa similar, eles constroem seus próprios cantos, e cuidam deles da melhor forma possível.
A construção de uma casa é provavelmente o mais próximo que muitos animais chegam do uso de ferramentas. No sentido evolucionário, usar ferramentas é algo bastante avançado. Por exemplo, humanos dominam o uso de ferramentas, o que nos coloca em vantagem em relação às outras espécies.
Enquanto existem animais mais próximos de nós – como o chimpanzé, que sabe usar ferramentas, por exemplo, uma vara para caçar cupins -, a maioria não consegue utilizar os objetos a seu redor da maneira como nós fazemos. Ainda assim, os dessa lista carregam paus, galhos e folhas para uso futuro intencional, o que pode ser considerado “uso de ferramentas”, em alguns casos.
Veja:

Tecelão-social

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O tecelão-social (Philetairus socius), nativo da África do Sul, Namíbia e Botswana, tece enormes ninhos que podem hospedar centenas de aves em várias gerações. Estes ninhos, feitos de paus e capim, são permanentes. As câmaras internas mais profundas mantêm uma temperatura mais elevada durante a noite, permitindo que os pássaros fiquem aquecidos.
Créditos de imagemDenis Roschlau

Formigas tecelãs

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As formigas tecelãs (gênero Oecophylla) que vivem na África Central e no Sudeste Asiático reúnem folhas e usam seda larval para colá-las juntas. Estes ninhos podem variar em tamanho desde um pequeno bolo de folhas coladas até 50 centímetros de comprimento.
Créditos de imagemIngo Arndt

Vogelkop

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O macho da espécie Amblyornis inornata cria caramanchões, ou pequenas cabanas, a partir de grama e paus para atrair as fêmeas com as quais quer acasalar. Designers de interiores famosos do mundo animal, estas aves organizam bagas, besouros, flores e outros elementos em enfeites coloridos e atraentes. Os arranjos artísticos ficam dentro ou próximos dessas cabanas e servem para seduzir as companheiras. Ironicamente, as fêmeas não usam esses caramanchões para criar seus filhotes.
Créditos de imagemthewildernessalternative.com

Cupim-bússola

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O cupim-bússola constrói grandes montes para fazer seus ninhos. Esses montes são mais ou menos inclinados em uma orientação norte-sul, por isso o inseto leva esse nome. Acredita-se que esta forma ajuda os amontoados a ficarem termorregulados.
Créditos de imagemViagens NT

Abelhas

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Todo mundo sabe que abelhas vivem em colmeias. Elas constroem casas a partir de cera secretada, e é lá que fabricam mel e criam seus filhotes. As vidas inteiras desses insetos giram em torno de seus ninhos.
Créditos de imagemDamian Biniek

Formiga vermelha da madeira europeia

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Essas formigas europeias (Formica polyctena) constroem grandes montes no chão de florestas para abrigar seus ninhos. Vários desses montes podem ser ligados para que os insetos alternem entre eles no caso de um evento catastrófico destruir algum.
Créditos de imagem: Ingo Arndt

João-de-barro vermelho

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O joão-de-barro vermelho constrói seu ninho usando barro e lama. Estas casas ajudam a prevenir a predação e, uma vez abandonadas, fornecem abrigos seguros a outras aves.
Créditos de imagemEric Henrique

Tecelão asiático

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Esse tecelão (Ploceus philippinus) costuma construir elegantes ninhos suspensos em palmeiras e acácias espinhosas ou acima de corpos de água, onde os predadores podem ter dificuldade em alcançá-los. Os ninhos podem ser encontrados em colônias, embora existam abrigos isolados também.
Créditos de imagemSubroto

Vespa-social

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A maioria das vespas na verdade não constrói ninhos, preferindo arranjos solitários ou mesmo parasitas. Vespas-sociais, por outro lado, criam ninhos usando polpa vegetal, cuspe, resina e outros materiais.
Créditos de imagemcrabcaked

Castor

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Castores constroem barragens para inundar áreas de floresta até uma certa profundidade. Em seguida, criam entradas submersas que lhes permitem evitar predadores e caçar comida no inverno. As barragens podem ser verdadeiramente enormes – a maior conhecida fica em Wood Buffalo National Park, um parque no Canadá, e tem aproximadamente 850 metros de comprimento. Quando a água está profunda o suficiente, esses animais podem viver em tocas em vez de construir barragens.
Créditos de imagem: Ingo Arndt

Montezuma Oropendola

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O Montezuma Oropendola (Psarocolius montezuma) tece seus ninhos usando pequenas videiras e grama. Esses animais normalmente vivem em colônias de cerca de 30 aves, que incluem um macho dominante que acasala com as fêmeas.
Créditos de imagemSimon Valdez

Andorinha

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As andorinhas constroem ninhos de diversos materiais. Algumas espécies nem sequer constroem nada, preferindo ficar em cavidades encontradas ou abandonadas. Outras criam seus ninhos usando principalmente sua própria saliva. Estes abrigos são comestíveis, e são considerados uma iguaria em alguns lugares.
Créditos de imagemSabyasachi Kolkata

Mosca-de-água

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Os frigânios ou moscas-de-água (ordem Trichoptera) são insetos que, na fase de pupa, criam casulos duros usando seixos, areia, conchas e outros detritos encontrados no leito de lagos e rios. Esses elementos, juntamente com fios de sua própria seda, formam um abrigo seguro para o animal crescer para a vida adulta.
Créditos de imagemJan Hamrsky

MARCA LANÇA TÊNIS COM LUZES DE LED ACIONADAS POR SISTEMA INTELIGENTE



Você deve se lembrar daquele tênis sensação na década de 90 que piscava a cada passada que as crianças davam.
Pois agora a startup japonesa NNF resolveu lançar um tênis luminoso, mas para adultos. Mais especificamente artistas e performers.
Trata-se do Orphe, um calçado que leva luzes de LED na parte lateral de toda a sola controladas por um sistema inteligente de movimentação.
São cerca de 100 cores que podem ter sua programação controlada pelo usuário por meio de um smartphone ou outros aparelhos.
E os caras têm uma proposta ousada com o produto:
Nós esperamos que com a participação de diversos tipos de pessoa na criação de uma arte expressiva, incluindo não apenas dançarinos e músicos, mas também desenvolvedores e designers, nossa tecnologia pode levar ao surgimento de uma cultura de expressão audio/visual completamente nova.
Esses são dizeres da página do Indiegogo onde o projeto está arrecadando dinheiro para se tornar realidade. Em 9 dias já foram arrecadados mais de 17 mil dólares dos 30 mil necessários. E ainda faltam 52 dias para a campanha terminar.
A ideia é que os próprios usuários desenvolvam sua programação de iluminação por meio de aplicativos nos celulares, tablets ou computadores. As pessoas poderão, inclusive, compartilhar suas ideias com outros usuários – assim, um usuário pode aprender a coreografia de outro por meio das cores.
As luzes podem ser programadas para mudar de acordo com a velocidade e orientação da pessoa que veste o Orphe. Além disso, também é possível mudar as cores das luzes diretamente pelos dispositivos eletrônicos.
Dê uma olhada no vídeo de divulgação do projeto e, se quiser, colabore lá:

O ALL STAR MUDOU PELA PRIMEIRA VEZ EM 98 ANOS

O All Star é um daqueles clássicos à prova do tempo.
Ele foi lançado 98 anos atrás — sim, antes mesmo da sua avó nascer — e até hoje continua super estiloso.
Simplesmente não dá para errar com um All Star nos pés. É um coringa da moda masculina.
Então quando li, hoje, a notícia de que a Converse o estava atualizando pela primeira vez num século, já entrei em luto antecipado pela morte de um clássico.
Por que mexer nele, senhores? Por quê?
Bem, as fotos mostraram que eu me preocupei à toa: o novo All Star é uma beleza.
Muito pouco mudou no design do tênis. (Uma curiosidade? No exterior ele é chamado de Chuck Taylor All Star, seu nome completo. O novo foi batizado de Chuck Taylor II.)
Olha só os dois juntos:
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Por que tanto barulho em relação à mudança, então? A resposta está no conforto.
O All Star ganhou um novo solado Nike Lunarlon, que já é usado em tênis de corrida, para ficar mais confortável. A Nike é dona da Converse desde 2003, aliás.
Você provavelmente não vai querer trocar seu Mizuno por este All Star 2.0 na hora de correr. Mas quando estilo e conforto se unem, isso é sempre uma boa notícia para nós, né?
Outro detalhe é que o preço subiu um pouco, ele será US$ 15 mais caro do que o original. Os primeiros pares chegam às lojas dos EUA na próxima terça-feira, ainda sem previsão para o Brasil.
Fique agora com mais algumas fotinhos dele:
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quinta-feira, 2 de março de 2017

O caso real da invenção que teve que ser banida

Ao longo da história, houve muitas pessoas que apresentaram suas invenções ao mundo, alcançando ganhos incríveis ao criar algo extremamente prático e facilitador de uma tarefa específica. No entanto, existem outros inventores que, ao contrário dos bem sucedidos, não conseguiram nada, ou por terem invenções que não se encaixaram com a população, ou porque não era conveniente ao governo e a outras instituições que tal experimento entrasse em funcionamento.
O que aconteceria se todos e cada um dos motores de automóveis que atualmente existem em no nosso planeta simplesmente pudessem funcionar sem o uso de gasolina? Ao longo deste artigo falaremos de uma excelente invenção que se tornou algo muito perigoso para seu criador, o que resultou em nunca apresentar e comercializar a descoberta. Se você gosta de histórias interessantes, não deixe de seguir lendo este artigo.
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No ano de 1985, Stanley Meyer foi à televisão para contar para toda a humanidade que havia inventado uma máquina que poderia libertar o nosso planeta da exploração do petróleo. Engenheiro de investigação e pesquisa, após 30 anos de estudos, conseguiu criar um dispositivo no interior de um motor de combustão capaz de produzir hidrogênio e oxigênio a partir da água, utilizando eletricidade sob os princípios do chamado eletrólise da água.
O seu sistema se baseava em quebrar a molécula da água com impulsos positivos de vários kilovolts e injetar a mistura para dentro da água de modo que a combustão pudesse criar água novamente. Por esse motivo Meyer afirmou que seu circuito poderia funcionar sem a necessidade de que se adicionasse mais água, já que o que sairia pelo cano de escape poderia ser reciclado. O custo da transformação do veículo seria menor do que custaria o combustível necessário para a vida inteira do motor.
Seriam necessários 7,4 microlitros de água por cada explosão, já que a água contém quase 3 vezes mais energia do que a gasolina. Stanley lançou o seu sistema em um pequeno veículo, os resultados foram surpreendentes e, imediatamente, muitas companhias de petróleo ofereceram grandes quantias em dinheiro em troca da patente, exaltando inclusive o interesse do Pentágono, mas Stanley sempre se manteve firme em não aceitar trato nenhum.
Em 1993, ele foi considerado o segundo melhor inventor do século ficando atrás apenas de Edison. Tudo estava indo bem e ele estava preste a iniciar a produção em massa de sua obra-prima para destiná-la ao público e acabar com o império do petróleo, mas em 21 de março de 1998 o inventor foi encontrado morto. Oficialmente, Stanley Meyer morreu acidentalmente em seu carro depois de um jantar em um restaurante, mas um dia antes havia assinado um contrato com o Ministério da Defesa dos Estados Unidos.
O relatório forense determinou que ele morreu de um aneurisma cerebral. Ele possuía 57 anos e, para muitas pessoas, morreu envenenado, enquanto outras acreditam que ele foi morto pelas companhias petrolíferas. O irmão de Stanley Meyer informou tempo depois que tanto o veículo quanto o equipamento experimental foram roubados de sua casa. Finalmente, o desenvolvimento de sua invenção foi totalmente imerso no mistério, assim como o final de sua vida.
Em nosso tempo, os seguidores de Meyer começaram a busca do material roubado e o recolhimento das investigações do inventor. Infelizmente, como vem acontecendo ao longo dos anos não só com vários inventores como também com o povo revolucionário em prol do bem-estar social, inocentemente um ou outro caso acaba com o responsável por aquilo na cadeia ou debaixo do chão.
É por isso que a triste realidade é a seguinte: se você tiver uma invenção revolucionária, antes de pensar em quem se beneficiaria com ela, pense no poder que ela tem e em que você pode prejudicar. Se você acha que este tema é interessante, também pode saber mais sobre o assunto com uma simples busca na Internet, onde poderá ver a entrevista completa que fizeram com Meyer. Não se esqueça de compartilhar esta informação com todos!
Fonte: Misteriosyterror.com